Paris, 4 mar (EFE).- A primeira-dama da França, Carla Bruni, nunca escondeu seu desejo de ter um filho com o presidente francês, Nicolas Sarkozy, mas agora revelou que, se não conseguir ficar grávida, recorrerá à adoção.

"Se não for biologicamente possível, adotarei", confessa a esposa do presidente francês em entrevista a um suplemento do jornal "Le Figaro" que será publicado no próximo sábado.

A imprensa vazou hoje as declarações da ex-modelo e cantora, de 41 anos, nas quais ela afirma que ser mãe é um trabalho de todos os dias, de toda uma vida, e não só de nove meses.

Embora gostaria de repetir a experiência como mãe biológica, Bruni disse que não sabe se "a idade permitirá", admite.

Consciente de que existe essa possibilidade, Bruni diz que não vai "lutar contra a natureza" e que sempre pode recorrer a outra forma de maternidade: a adoção.

Carla Bruni já tem um filho, Aurelien, de 7 anos, e Sarkozy, três: Pierre (23 anos) e Jean (22), de seu primeiro casamento, e Louis (12), do segundo. Portanto, não é que eles precisem ter essa experiência, mas é um desejo, insistiu.

Para ela, os "laços de sangue" não são tão fundamentais como para outra muita gente, porque, segundo afirma na mesma entrevista, está convencida de que, se seu filho não fosse biológico, o amaria da mesma forma. EFE pi/an

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