Carla Bruni pede libertação de opositora birmanesa

Carla Bruni, esposa do presidente francês Nicolas Sarkozy, pediu nesta segunda-feira a libertação de Aung San Suu Kyi, líder da oposição birmanesa, em uma carta aberta ao governo de Mianmar, da qual a AFP obteve uma cópia.

AFP |

"Sabemos agora que Aung San Suu Kyi, Prêmio Nobel da Paz, pode ser condenada novamente a uma pena de prisão que, dado seu estado de saúde, ameaça sua própria vida", escreveu a primeira-dama da França nesta carta.

"Independentemente da situação política em Mianmar, aproveito esta posição que tenho para ser a porta-voz de todos os que, em meu país, consideram intolerável o tratamento dispensado a esta mulher", acrescentou.

Aung San Suu Kyi "nunca deixou de lutar, pacificamente, pela liberdade", destacou.

"A prisão domiciliar de Aung San Suu Kyi, perseguida desde 1990, deveria acabar nos próximos dias. Prendê-la, e a todos os opositores ao regime, significa enterrar a esperança de democracia em Mianmar", afirmou.

"Impedir a uma mulher doente de estar livre para se tratar, num momento em que ela corre claramente risco de vida, é uma simples questão de humanidade", frisou Carla Bruni.

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