Carla Bruni minimiza importância de boatos sobre infidelidade

Paris, 7 abr (EFE).- A primeira-dama francesa, Carla Bruni, diminuiu hoje a importância dos boatos que circulam sobre infidelidade mútua em seu casamento com o presidente Nicolas Sarkozy e, embora tenha reconhecido que não são agradáveis, assegurou que não têm influência alguma em sua vida amorosa.

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Em declarações à emissora "Europe 1", a ex-modelo e cantora qualificou os boatos de "insignificantes", que "não têm nenhuma importância" para o casal e eximiu a ex-ministra da Justiça francesa Rachida Dati de responsabilidade, apontada pela imprensa como instigadora da história.

Bruni afirmou que não tem "nenhuma vontade de vingança" contra as pessoas ou meios de comunicação que divulgaram os boatos.

A primeira-dama, que disse falar em nome de seu marido, negou que o casal seja vítima de um complô, como o conselheiro presidencial Pierre Charon tinha assegurado horas antes.

"Atuou como um amigo, (...) tentou defender-nos", disse Carla Bruni.

Com as declarações, a primeira-dama quebrou o silêncio após a divulgação dos boatos de infidelidade que se multiplicaram nos últimos dias, sobretudo depois que foram publicados em um blog do "Le Journal du Dimanche".

O site atribuiu a Sarkozy uma relação com a secretária de Estado de Ecologia francesa, Chantal Jouanno, e a sua esposa com o músico Benjamin Biolay.

A direção da publicação demitiu o autor do blog e apresentou uma denúncia.

A ex-modelo e cantora negou haver uma investigação policial aberta pelo Palácio do Eliseu sobre a origem dos rumores e pressões da Presidência para a demissão dos autores do blog.

Carla Bruni declarou que Sarkozy se dedica totalmente aos franceses, mas acrescentou que sua vida privada não interessa à população, imersa em problemas derivados da crise econômica.

"Não é respeitoso falar destas coisas na situação econômica e social que o país enfrenta atualmente", acrescentou a primeira-dama, que disse estar "cansada" de falar de si própria e de "certos detalhes íntimos que não interessam às pessoas".

Bruni assegurou que seu interesse é ajudar Sarkozy em seu trabalho diário e que o apoiará se decidir voltar a candidatar-se às eleições em 2012. EFE lmpg/pd

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