Carla Bruni ganha disputa judicial com empresa que vendeu bolsas dela nua

Paris, 18 dez (EFE).- A primeira-dama francesa, Carla Bruni, ganhou a batalha judicial com a empresa Pardon, à qual processou por vender bolsas com sua imagem nua sem a devida autorização.

EFE |

O Tribunal de Primeira Instância de Saint-Denis de La Réunion, na capital da ilha francesa do Oceano Índico, onde fica a sede da empresa, condenou a firma a indenizar a primeira-dama e ex-modelo com 40 mil euros por "danos e prejuízos".

A decisão judicial determina que a empresa, centrada na venda de artigos de praia, não pediu autorização à esposa do presidente francês, Nicolas Sarkozy, para a utilização da imagem dela em uma "operação propagandista".

O juiz responsável pelo caso ordenou também a "proibição de divulgar, direta ou indiretamente", a bolsa objeto de litígio.

A imagem contida na bolsa da firma Pardon é a reprodução de uma foto em preto e branco para a qual Bruni posou em uma campanha beneficente de combate à aids em 1993, e na qual aparece nua, de pé, cobrindo o púbis com as mãos.

A foto, obra de Michel Comte, alcançou o preço de US$ 91 mil no leilão da Christie's em 10 de abril.

A bolsa teve uma tiragem de 10 mil unidades e começou a ser vendida, a partir de 5 euros, no início do mês na ilha de La Réunion. A peça foi retirada do mercado imediatamente após o precesso movido por Bruni. EFE pi/an

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