Carla Bruni é um 'Don Juan mulher', diz biografia não autorizada

No livro "Carla Bruni, Uma Vida Secreta", jornalista investigativa acusa primeira-dama francesa de ser obcecada com a imagem

iG São Paulo |

Uma biografia não autorizada da primeira-dama francesa, Carla Bruni, escrita pela jornalista investigativa Besma Lahouri, acusa a ex-top model de 42 anos de não ter mudado seu comportamento desde que se casou com o presidente Nicolas Sarkozy. 

Segundo o livro "Carla, Une Vie Secrète" ("Carla, Uma Vida Secreta", em tradução livre), Bruni é um "Don Juan mulher" que humilhou Sarkozy ao convidar três de seus ex-namorados para viajar com ela.

No livro, Besma detalha a longa lista de celebridades com quem Bruni manteve relacionamentos, incluindo as estrelas do rock Mick Jagger e Eric Clapton. Entre os homens mencionados está um cirurgião plástico não identificado de Paris que manteve uma relação profissional e pessoal com Bruni por mais de 20 anos.

Segundo a autora, Bruni, que nasceu em Turim (Itália), é obcecada com sua própria imagem e recorre muito a plásticas para manter a aparência jovem. "(Carla) não tem nenhum contato com a realidade e vive em uma bolha dourada", disse ao "Le Parisien" a autora, que também escreveu a biografia não autorizada do jogador francês Zinedine Zidane.

De acordo com Besma, a atual imagem respeitosa da primeira-dama, com a cabeça inclinada e sorriso tímido, foi algo programado pelo governo francês. O jornal inglês "The Times", que garante ter tido acesso ao livro, afirma que esse inédito retrato de Carla demonstra que sua imagem pública "é falsa".

Convite aos ex-namorados

De acordo com o jornal britânico "Daily Mail", poucas semanas depois de se casar com Sarkozy, em fevereiro de 2008, Bruni disse a uma revista que a "monogomia me entedia". Depois, segundo a biografia, em sua primeira viagem para uma casa de verão de US$ 2 milhões na Riviera, ela convidou um trio de ex-namorados para acompanhá-la.

O livro, que será lançado na França na quarta-feira, diz que o convite foi feito apesar de os homens "terem ficado destruídos depois de a italiana com temperamento vulcânico ter rompido com eles".

Um deles era Arno Klarsfeld, um famoso advogado, que disse que Bruni não havia mudado nada depois de se tornar primeira-dama. "Ela é realmente uma tigresa", afirmou.

O livro também relata a operação do Palácio do Eliseu para retratar a "top model transformada em cantora pop" como uma respeitada mulher de presidente. Pierre Charon, um funcionário do palácio, disse à autora: "Tivemos de tentar dar a ela uma nova imagem - a de uma jovem tímida". Entretanto, a autora sugere que a missão era impossível.

A obra foi analisada pelo governo francês, que, a princípio, não tem intenção de apresentar uma ação contra Besma. O "Le Parisien" diz que Carla Bruni não pensa em ler o livro, segundo disse a seus amigos e considera que está "repleto de erros".

*Com EFE

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