Carla Bruni diz que próximo álbum não será julgado só por mérito musical

Paris, 11 jun (EFE) - Carla Bruni afirma que seu terceiro álbum, que será lançado em 21 de julho, não será julgado só por seus méritos musicais, e que a crítica estará mais atenta ao fato de ser a esposa do presidente francês, Nicolas Sarkozy.

EFE |

"A percepção (do público) não será só musical e a crítica, que é útil, pode estar influenciada para o bem ou para o mal pelo fato de eu ser a esposa do presidente da República", disse a primeira-dama à revista "VSD".

O álbum de Bruni, intitulado "Comme si de rien n'était", é o primeiro que a ser lançado desde que a cantora e ex-modelo italiana se casou com Sarkozy em 2 de fevereiro em cerimônia íntima no Palácio do Eliseu.

Bruni disse que, para se proteger, preparou este disco "dentro de uma bolha", cercada de seu entorno musical, e confirmou que entregará os direitos autorais de propriedade intelectual a causas humanitárias.

"Não sou ingênua nem sobre o que está em jogo nem sobre as boas ou más razões que muita gente tem para esperar este álbum", afirmou.

Enquanto isso, o jornal "Le Figaro", ao qual a gravadora Naive permitiu escutar o álbum em uma das audições escalonadas organizadas para a imprensa, qualifica hoje a obra de "um disco perfeitamente conseguido".

Nele, Bruni se afasta do estilo folk e se aproxima mais da canção francesa e da década de 60, em resumo, "menos América, mais França e mais Beatles", comenta o periódico.

Este é "o disco mais esperado das últimas décadas na França por razões que não têm nada a ver com a música", reconhece o "Figaro".

Em 2003 Bruni, se tornou a revelação do mercado fonográfico francês com o álbum "Quelqu'un m'a dit", que vendeu mais de um milhão de cópias, e, em 2007, lançou "No promises", que também foi bem recebido. EFE ik/db

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