Cargueiro grego com 22 pessoas é libertado por piratas somalis após 3 meses

O cargueiro grego Filitsa foi libertado na última segunda-feira, com seus 22 tripulantes em bom estado, após o pagamento de um resgate aos piratas somalis que o mantinham sequestrado desde novembro do ano passado, informou nesta terça-feira a organização Ecoterra, dedicada ao acompanhamento da navegação e da pirataria no leste da África.

EFE |

"O último pirata abandonou o navio por volta das dez da noite hora local (17h de Brasília), e o cargueiro já navega livremente", destaca o comunicado da Ecoterra, que tem sede em Nairóbi.

A tripulação, formada por três oficiais gregos e um romeno e 18 marinheiros filipinos, "está em bom estado", segundo a nota.

O resgate, estimado pela Ecoterra em aproximadamente US$ 3 milhões, foi confirmado ontem à tarde e, momentos depois, um primeiro grupo de piratas abandonou o navio. Os demais saíram mais tarde, após algumas tensões entre dois grupos diferentes participantes do sequestro.

O Filitsa foi sequestrado em 10 de novembro do ano passado, a mais de 500 milhas (cerca de 950 quilômetros) a nordeste das ilhas Seychelles.

Além disso, ainda ontem à noite, piratas somalis abandonaram o cargueiro Faize Osamani, de bandeira indiana, e tripulado por 14 marinheiros do mesmo país, após tê-lo utilizado como embarcação-tanque desde seu sequestro na quinta-feira passada, também segundo a organização Ecoterra.

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