Carcereiros de Betancourt detidos em operação de resgate aceitam acusações

BOGOTÁ - Dois carcereiros da ex-candidata presidencial colombiana Ingrid Betancourt, ambos das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), detidos em 2 de julho, aceitaram as acusações de seqüestro e rebelião, informaram nesta terça-feira fontes oficiais.

EFE |

Os dois rebeldes, Gerardo Antonio Aguilar Ramírez, conhecido como "César", comandante da frente primeira dessa guerrilha, e Alexander Farfán Suárez, conhecido como "Gafas", seu braço direito, "aceitaram para sentença antecipada acusações pelos crimes de tomada de reféns e rebelião", disseram as fontes.

A diligência judicial, coordenada por um promotor de direitos humanos, está relacionada com a investigação do seqüestro da então candidata presidencial Ingrid Betancourt e a aspirante à Vice-Presidência Clara Rojas, em 23 de fevereiro de 2002, em uma estrada do sul do país.

Os dois guerrilheiros foram detidos durante a Operação Xeque, que permitiu a libertação pelo Exército de 15 pessoas seqüestradas pelas Farc.

Além de Betancourt, que permaneceu seqüestrada por mais de seis anos, naquele dia foram libertados três americanos e 11 soldados e policiais colombianos.

Clara Rojas foi liberada pelas Farc de maneira unilateral em janeiro, junto com a ex-parlamentar Consuelo González. Os dois "carcereiros" foram solicitados em extradição por autoridades dos Estados Unidos pelos crimes de seqüestro e narcotráfico.

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