Publicidade
Publicidade - Super banner
Mundo
enhanced by Google
 

Capacetes Azuis da ONU voltam a intervir para coibir a violência no Haiti

Novos atos de violência acompanhados de tentativas de saques foram registrados nesta quarta-feira no Haiti, onde os Capacetes Azuis da ONU, dos quais fazem parte tropas brasileiras, interviram novamente com bombas de gás lacrimogêneo em Porto Príncipe, perto da sede da presidência haitiana, segundo testemunhas.

Redação com agências internacionais |

Nas primeiras horas da manhã, grupos de jovens que denunciavam o alto custo de vida se reuniram em várias ruas do centro da capital e ergueram barricadas com pneus e pedras.

Todas as atividades estão paralisadas, e muitas lojas foram saqueadas por manifestantes armados com pedaços de pau e até com armas de fogo, ainda segundo testemunhas.

Manifestantes que tentavam se aproximar do Palácio nacional, sede da presidência, foram repelidos por Capacetes Azuis da Missão de Estabilização da ONU no Haiti (Minustah), que usaram bombas de gás lacrimogêneo e atiraram para o alto, relataram jornalistas da capital.

Ainda não haviam sido registradas vítimas no meio da tarde desta quarta-feira.

Os protestos se estenderam nesta quarta-feira. Nas cidades de Gonaives (oeste) e Saint-Marc (norte), centenas de manifestantes foram às ruas, provocando o fechamento das escolas e lojas, segundo emissoras de rádio haitianas.

Ontem,manifestantes montaram barreiras com pneus em chamas e atiraram pedras contra a polícia nas ruas da capital do Haiti, em protesto contra o custo de vida cada vez mais alto no país.

Empresas ficaram fechadas, as aulas foram suspensas e muitos moradores de Porto Príncipe permaneceram dentro de suas casas enquanto as manifestações, iniciadas na quarta-feira passada na cidade de Les Cayes (sul), chegavam à capital do país caribenho com quase 9 milhões de habitantes.

Cinco pessoas morreram nas manifestações anteriores. Uma delas na segunda e outras quatro na semana passada. Nos protestos de terça, 14 civis ficaram feridos.

Leia mais sobre: Haiti

Com AFP e Reuters

Leia tudo sobre: haiti

Notícias Relacionadas


Mais destaques

Destaques da home iG