BOGOTÁ (Reuters) - O candidato colombiano à presidência pelo Partido Verde, Antanas Mockus, recebeu na quarta-feira uma ameaça de morte através da rede social Facebook, que obrigou a polícia a reforçar sua segurança.

Um grupo chamado "Me comprometo a matar Antanas Mockus antes do dia 30 de maio" apareceu no Facebook e foi desativado da rede horas depois.

BOGOTÁ (Reuters) - O candidato colombiano à presidência pelo Partido Verde, Antanas Mockus, recebeu na quarta-feira uma ameaça de morte através da rede social Facebook, que obrigou a polícia a reforçar sua segurança.

Um grupo chamado "Me comprometo a matar Antanas Mockus antes do dia 30 de maio" apareceu no Facebook e foi desativado da rede horas depois.

"Meu Deus! Se é assim, devem ser presos. Todos os candidatos, todos os dirigentes da política, independente de suas orientações, têm tido do governo toda a proteção. E isso se manterá até o último governo", disse o presidente Álvaro Uribe a jornalistas.

Mockus, que lidera as pesquisas de intenções de voto, conseguiu uma vertiginoso reviravolta nas pesquisas nas últimas semanas, impulsionado pela campanha virtual através do Facebook e do Twitter.

Uribe sustentou que as ferramentas tecnológicas devem ser utilizadas para o entendimento e a prosperidade e não estar a serviço do crime nem do ódio.

O diretor da Polícia Nacional, o general Oscar Naranjo, disse que o sistema de segurança de Mockus e dos demais candidatos à presidência foi reforçado com mais homens e 16 veículos blindados para sua disposição.

Naranjo revelou que a candidata do Partido Conservador, Noemí Sanín, também recebeu uma ameaça de morte através de uma manifestação que chegou à sede de sua campanha, mas assegurou que não foi de responsabilidade dos esquerdistas das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc).

(Reportagem de Luis Jaime Acosta)

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