Câncer mata recordista de sobrevivência com coração transplantado

Washington, 11 ago (EFE).- O americano Tony Huesman, recordista de sobrevivência com um coração transplantado, morreu de câncer, segundo a sua mulher.

EFE |

A viúva, Carol, disse que seu marido tinha 51 anos e morreu na noite de domingo. Tony, que viveu 31 anos com o coração transplantado, sofria de "câncer e diabetes".

"Acreditem ou não, seu coração estava forte. Nunca falhou até o final, quando ele não resistiu", disse.

O problema cardíaco foi detectado em 1978, quando Tony estava na Universidade de Stanford, na Califórnia. Após o transplante, ele levou uma vida normal. Casou-se e foi diretor de marketing de uma loja de artigos esportivos.

Em uma entrevista concedida em 2006, Tony se definiu como a "prova viva" de que uma pessoa que tem uma doença grave pode "ser submetida a uma operação e retomar a vida normal".

O problema de Tony não foi o único do tipo na família Huesman.

Sua irmã, Linda, precisou passar por um transplante de coração em 1983, mas morreu em 1991, aos 29 anos.

Tony Huesman promoveu a fundação Huesman Heart na cidade de Dayton, que procura reduzir a incidência dos problemas cardíacos graves em crianças. EFE mla/plc

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