Campanha de alfabetização na Bolívia teve custo de US$ 36,7 milhões

La Paz, 14 dez (EFE).- A campanha para erradicar o analfabetismo da Bolívia teve um custo de 260 milhões de bolivianos (US$ 36,7 milhões), informou hoje o ministro da Educação, Roberto Aguilar.

EFE |

Os recursos foram investidos durante os 33 meses de duração do processo de alfabetização de 827 mil pessoas, que terminará no próximo sábado com a declaração do país como território livre de analfabetos, o terceiro na região, após Cuba e Venezuela.

A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) estabelece que, se mais de 96% da população maior de 15 anos de um país sabe ler e escrever, pode ser declarado livre de analfabetos.

A alfabetização contou com o apoio de educadores e assessores de Venezuela e Cuba, países aos quais o presidente boliviano, Evo Morales, propõe trabalhar para eliminar o analfabetismo no Paraguai.

Aguilar declarou à rádio estatal "Patria Nueva" que o investimento realizado no programa contou com o apoio da Venezuela e dos municípios e Governo bolivianos, enquanto Cuba ofereceu o equipamento necessário.

O representante da Unesco para a região andina, que tem sede no Equador, participará dos atos do sábado - que acontecerão em Cochabamba -, assim como o secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), o chileno José Miguel Insulza, que se realizarão em Cochabamba (centro).

Segundo Aguilar, a presença de representantes da Unesco nesse ato certificará e mostrará seu acordo com os resultados alcançados na campanha iniciada em 2006. EFE ja/an

    Leia tudo sobre: iG

    Notícias Relacionadas


      Mais destaques

      Destaques da home iG