Camboja e ONU entram em conflito sobre julgamentos do Khmer Vermelho

Phnom Penh, 9 set (EFE).- O primeiro-ministro do Camboja, Hun Sen, disse hoje que não haverá mais julgamentos que os cinco previstos no tribunal internacional contra o Khmer Vermelho, um dia depois de a ONU reafirmar a independência da corte que julga o genocídio cambojano.

EFE |

Hun Sun disse, em um ato público, que os magistrados nacionais superam em número aos das Nações Unidas, três para dois, no painel que examina as acusações, por isso não é possível que novos casos vão adiante sem o sinal verde do Camboja.

O promotor William Smith recomendou este mês processar outros cinco ex-comandantes do Khmer Vermelho, porque "permitirá levar melhor justiça aos crimes cometidos durante o regime" do grupo, entre 1975 e 1979.

Cinco ex-membros do Khmer Vermelho, quatro deles da cúpula da organização, estão detidos ou são julgados atualmente. EFE jcp/an

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