México, 5 de mai (EFE).- O presidente do México, Felipe Calderón disse hoje que seu país defendeu toda a humanidade da propagação do vírus A (H1N1) da gripe suína e mostrou sua capacidade de assumir não só seu próprio destino, mas o dos outros.

No ato de aniversário da Batalha de Puebla, ocorrida em 1862, quando as tropas mexicanas derrotaram o Exército de Napoleão, Calderón disse que o México sairá "mais fortalecido" após esta epidemia, que causou 26 mortes e 766 contágios no país.

Lembrou que, como naquele 5 de maio, os mexicanos brigaram contra os franceses "como verdadeiros gigantes", nesta crise sanitária, o povo "soube enfrentar o perigo sem medir o tamanho do sacrifício".

Calderón realizou seu discurso de aniversário desta festividade em Puebla (100 quilômetros ao sul da capital) em meio ao alerta sanitário que provocou a suspensão hoje de todos os grandes atos com os quais os mexicanos costumam celebrar a data.

Durante sua história, disse o líder, o México "enfrentou muitas adversidades e "de todas elas saiu adiante para se consolidar como o grande país que é".

Afirmou que o Governo mexicano "agiu com rapidez e prontidão para proteger os mexicanos" e para evitar "milhões de pessoas mortas ou infectadas".

No México, um país que ficou praticamente paralisado pelas medidas de alerta sanitário, serão retomados a partir de amanhã algumas atividades, como o funcionamento dos 35 mil restaurantes que fecharam na capital mexicana, assim como as aulas em todos os níveis do ensino, gradativamente entre 7 e 11 de maio. EFE pvo/an

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