Caixa-preta do Airbus da Yemenia é localizada

Uma das caixas-pretas do Airbus A310 da companhia Yemenia, que caiu na terça-feira no Oceano Índico perto das ilhas Comores com 153 pessoas a bordo, foi localizada nesta terça-feira e as operações para a recuperação da peça começarão nesta quarta-feira.

AFP |

  • Veja imagens da busca por informações sobre o acidente
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  • França vetou em 2007 Airbus que caiu em Comores
  • "O sinal da caixa-preta foi localizado na terça-feira por uma patrulha aérea a 40 km das costas da Grande Comoro", declarou o secretário de Estado francês de Cooperação, Alain Joyandet.

    Um navio francês deve chegar nesta quarta-feira à região para iniciar as operações de recuperação da caixa-preta.

    O avião, que decolou do Iêmen com destino ao arquipélago das Comores, tinha 66 franceses a bordo, procedentes de outro voo da Yemenia que decolou de Paris e fez escala em Marselha.

    Lista

    A UE colocou dezenas de companhias aéreas de várias partes do mundo - a maioria da África e da Ásia - em sua lista, o que significa que estão proibidas de voar para os 27 países do bloco europeu.

    AP
    Parentes de passageiros lamentam acidente

    Parentes de passageiros lamentam acidente no Iêmen

    Estão incluídas todas as companhias do Benin, algumas empresas da República Democrática do Congo e do Quirguistão e seis baseadas no Cazaquistão. A lista também inclui a One Two Go Airlines, da Tailândia, e a Motor Sich Airlines, da Ucrânia.

    A comissão de Transportes disse que Angola e Indonésia fizeram melhorias, mas apesar disso todas as suas companhias aéreas continuam banidas.

    Em julho de 2007, problemas encontrados na aeronave que caiu levaram a União Europeia a fazer uma investigação sobre os padrões de segurança da Yemenia Air, informou um oficial da comissão.

    Segundo o oficial, a UE fez 24 inspeções em um período de dois anos e constatou que havia melhorias nos padrões de segurança da empresa.

    O ministro dos Transportes do Iêmen disse que o avião que caiu recebeu uma inspeção completa em maio, com supervisão do fabricante, Airbus.

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