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Bush viaja ao Texas para acompanhar passagem do furacão Gustav

Washington, 1 set (EFE).- O presidente dos Estados Unidos, George W.

EFE |

Bush, partiu esta manhã rumo ao Texas para ficar na chamada zona de perigo e, dessa forma, acompanhar de perto a chegada do furacão "Gustav" à costa do Golfo do México.

Bush, que partiu da Casa Branca no início da manhã, não fez declarações.

O presidente americano viajaria esta noite a Minnesota, para participar da convenção do Partido Republicano, mas devido à gravidade da situação no sul do país pela ameaça de "Gustav", mudou de planos e se dirigiu ao Texas.

Segundo a Casa Branca, espera-se que Bush visite ainda Austin, a capital do Texas, e San Antonio, outra cidade importante do estado.

Antes de viajar, Bush se reuniu ontem à noite com representantes da Agência Federal de Manejo das Situações de Emergência (Fema, em inglês).

O presidente confirmou que o perigo de inundação poderia ser, desta vez, maior do que o registrado há exatamente três anos durante a passagem do furacão "Katrina", que alagou Nova Orleans, deixando mais de 1.800 mortos e causando danos materiais milionários em toda a região em torno da cidade.

O olho do poderoso furacão "Gustav", que caiu para a categoria dois, está muito perto do litoral do estado da Louisiana, e espera-se que toque terra hoje à tarde, informou à Agência Efe o Centro Nacional de Furacões americano (NHC, em inglês).

Segundo o último boletim do NHC, "Gustav" se encontra sobre o mar, em frente à costa, causa ventos com força de tempestade tropical, e suas rajadas provocam chuvas torrenciais.

Se as previsões se confirmarem, "Gustav" atingirá o continente primeiro na cidade de Houma, a oeste de Nova Orleans, entre 15h e 16h (Brasília).

Nova Orleans foi evacuada quase completamente, mas as autoridades dizem que há dez mil pessoas que se negaram a deixar a cidade.

Bush fez uma declaração pública ontem pedindo a todos os moradores da área que deixem a região do Golfo do México e sigam as orientações das autoridades.

"A mensagem para as pessoas que vivem no Golfo do México é: esta tempestade é perigosa", disse Bush, que ressaltou ainda que, desta vez, os EUA estão mais preparados e melhor coordenados para darem uma resposta rápida ao que possa acontecer. EFE mla/wr/rr

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