Bush: meu sucessor herdará fortes vínculos com a Europa

O presidente George W. Bush afirmou hoje que seu sucessor herdará laços entre a Europa e a América que nunca foram tão amplos e dinâmicos, segundo os extratos de um discuro que ele pronunciará nesta sexta-feira em Paris.

AFP |

"Quando chegar o momento de recebermos um novo presidente americano, em janeiro próximo, estarei encantado de lhe mostrar que as relações entre os Estados Unidos e a Europa nunca foram tão estreitas", escreveu Bush.

A Casa Branca divulgou hoje trechos do pronunciamento, destinado a comemorar os 60 anos do plano Marshall.

"Como no tempo da guerra fria, devemos ganhar uma batalha ainda maior, a batalha das idéias. A emergência de sociedades livres e prósperas no Oriente Médio é essencial para a paz no século 21, assim como a emergência de uma Europa livre e próspera foi essencial para a paz no século 20", declarou.

"A Europa como a América devem estar do lado dos líderes que apóiam a democracia e de milhões de pessoas comuns que no Oriente Médio querem um futuro de esperança, paz e liberdade, no Afeganistão, no Líbano, na Terra Santa, no Irã, na Síria e no Iraque", destaca Bush.

Reafirmou a existência de uma "nova era" de relações "redinamizadas entre a Europa e a América" com chefes de Estado e de governo como Angela Merkel (Alemanha), Nicolas Sarkozy (França) Gordon Brown (Grã-Bretanha) e Silvio Berlusconi (Itália).

"Constato o compromisso de uma Europa potente e determinada que põe acento nos valores da liberdade nos países que a compõem, assim como além das fronteiras", acrescenta o presidente americano.

"Nos próximos anos haverá períodos difíceis, mas a História nos mostrou que a liberdade pode suportar as provas mais difíceis", segundo George W. Bush.

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