Bush fará declaração oficial sobre atentados em Mumbai

Washington, 29 nov (EFE).- O presidente dos Estado Unidos, George W.

EFE |

Bush, fará hoje uma declaração oficial sobre os atentados terroristas na cidade indiana de Mumbai (antiga Bombaim) nos quais morreram 183 pessoas, entre elas pelo menos cinco americanos.

Bush falará à imprensa após retornar à Casa Branca vindo da residência presidencial de Camp David (Maryland), onde passa o feriado do Dia de Ação de Graças.

O líder fará uma declaração oficial às 15h30 (Brasília), segundo um breve comunicado da Casa Branca.

Nos últimos dias, Bush foi informado periodicamente sobre a situação em Mumbai e condenou em comunicado os atentados, que começaram na quarta-feira.

Bush ressaltou que seu país continuará cooperando para combater os extremismos, que só causam "violência e desespero".

Na quinta-feira, em conversa telefônica com o primeiro-ministro de Índia, Manmohan Singh, Bush ofereceu ajuda para restaurar a ordem, dar segurança à população e ajudar nas investigações.

Segundo a imprensa local, os EUA acertam detalhes com o Governo indiano para enviar uma equipe de investigadores a Mumbai para levantar informações sobre o grupo terrorista que está por trás dos atentados.

A rede de televisão "ABC", citando fontes do Departamento de Justiça, afirmou que o FBI (polícia federal americana) tem gente disposta a ajudar às autoridades indianas a investigar os ataques.

Além de Bush, a secretária de Estado, Condoleezza Rice, esteve observando de perto a situação em Mumbai e conversou por telefone com o ministro de Assuntos Exteriores da Índia, Pranab Mukherjee.

O subsecretário de Estado para Assuntos Políticos, William Burns, também falou com o secretário de Exteriores indiano, Shiv Shankar Menon.

Por sua vez, a equipe de Rice manteve informado o presidente eleito, Barack Obama, que falou com a chefe da diplomacia americana e telefonou na sexta-feira para o primeiro-ministro da Índia para transmitir a ele suas condolências.

Em comunicado, afirmou que os EUA "devem permanecer ao lado da Índia" e com os países comprometidos na luta contra o terrorismo, e destacou que os terroristas que cometeram o ataque "não vencerão a grande democracia indiana, nem conseguirão acabar com a vontade mundial de derrotá-los". EFE cae/ev/rr

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