Bush diz que nova lei de escutas ajuda a proteger os EUA de novos ataques

Washington, 10 jul (EFE).- O presidente dos Estados Unidos, George W.

EFE |

Bush, disse hoje que a nova lei sobre escutas oferece instrumentos para que os serviços secretos protejam a população e evitem novos atentados terroristas no país.

Em declarações nos jardins da Casa Branca, onde sancionou o texto, Bush afirmou que a nova legislação é "vital" para a inteligência monitorar de maneira "rápida" e "efetiva" os contatos entre terroristas no exterior.

Ontem, o Senado americano aprovou uma reforma na lei de espionagem, que agora dá imunidade às empresas de telecomunicações que colaboram com as autoridades nos esforços do Governo para identificar supostos terroristas por meio de escutas telefônicas.

Segundo Bush, uma das lições mais importantes deixadas pelos atentados de 11 de setembro de 2001 foi que os serviços secretos não tinham os instrumentos necessários para monitoras as comunicações de supostos terroristas no exterior.

"É essencial que a nossa inteligência saiba com quem falam nossos inimigos, o que eles dizem e, a partir daí, o que estão planejando", disse o presidente americano.

Os ataques de setembro de 2001 mudaram os EUA "para sempre", declarou Bush, que disse que, nesse momento, se deu conta de que os "extremistas não poupam esforços para matar".

"Levando em conta isto, nunca imaginamos que estaríamos aqui hoje, sete anos depois, sem ter haver sofrido outro atentado em solo americano", acrescentou.

No entanto, o presidente destacou que o fato de os terroristas não terem atacado os EUA de novo não significa que os inimigos do país tenham se rendido.

"Pelo contrário, desde o 11-9, planejaram inúmeros ataques a nosso país", afirmou.

Por isso, reiterou, a nova lei de escutas vai garantir que os serviços de inteligência tenham "as ferramentas necessárias para proteger os EUA nos próximos anos". EFE cai/sc

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