Bush diz que há sinais de que a economia americana está se recuperando

Washington, 30 ago (EFE) - O presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, afirmou hoje que recentemente houve sinais de que a economia americana começou a se recuperar, e que, apesar das dificuldades que persistem, há razão para ser otimista.

EFE |

Em seu tradicional discurso de rádio dos sábados, Bush se referiu principalmente aos bons dados econômicos do segundo trimestre publicados na quinta-feira, que mostravam um crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 3,3% entre abril e junho, e à menor estagnação na venda de imóveis.

Segundo o presidente, estes sinais indicam que o pacote de estímulo fiscal "teve o efeito pretendido".

Esta medida devolverá aos bolsos das famílias e negócios americanos mais de US$ 150 bilhões.

Bush explicou que "há sinais de que o pacote de estímulo seguirá gerando um impacto positivo na economia no segundo semestre do ano".

Por isso, disse o presidente americano, "apesar das dificuldades, há razão para ser otimista sobre o futuro dos Estados Unidos".

"Nossa força de trabalho é dinâmica e produtiva. Nossa economia está demonstrando que é forte. E nossa nação é a mais trabalhadora, criativa e próspera da Terra", ressaltou Bush.

Apesar de seu otimismo, o presidente dos EUA tem consciência de que ainda resta trabalho a fazer para fortalecer a economia dos Estados Unidos.

No entanto, os americanos, incluindo o Congresso, estão centrados nas eleições gerais e restam a Bush poucos meses na Casa Branca para levar à frente novos projetos.

No entanto, o presidente mantém a esperança de que podem "trabalhar com os democratas em projetos bipartidários para ajudar os americanos a superar este período de incerteza na economia".

Neste contexto, pediu ao Congresso que aprove "pelo menos" suas propostas energéticas e os acordos comerciais que estão pendentes de ratificação.

Bush pediu no primeiro semestre que o Congresso autorize novas áreas de exploração de reservas de petróleo para aumentar a provisão própria e aliviar a pressão sobre os preços do petróleo.

Também deseja a aprovação dos tratados de livre-comércio com Colômbia, Panamá e Coréia do Sul antes de deixar a Presidência, em janeiro de 2009. EFE cae/db

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