Bush defende resolução pacífica na Osséia do Sul e pede colaboração da Rússia

O presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, declarou neste sábado, em Pequim, que a situação na Ossétia do Sul pode ser resolvida pacificamente, e pediu que a Rússia se junte aos esforços internacionais para conseguir uma mediação ao conflito.

EFE |

Em declaração lida, na qual não aceitou perguntas, Bush disse que está "profundamente preocupado" com a escalada de violência entre Rússia e Geórgia, e repudiou os ataques realizados "longe da zona de conflito", em referência às acusações georgianas de que os russos bombardearam zonas fora da área em disputa.

"A violência coloca em risco a situação de paz em toda a zona", advertiu o presidente dos Estados Unidos, que também lembrou que a Geórgia é um país soberano, "cuja integridade territorial deve ser respeitada".

Bush disse que sua administração está mantendo contatos "em todos os níveis" com as partes envolvidas e, por isso, pediu que a Rússia se junte aos esforços europeus e americanos de conseguir uma mediação internacional que consiga "a paz o mais rápido possível".

"A situação deve voltar ao estado em que se encontrava em 6 de agosto", em referência à data que começou a escalada de violência.

"Nossos pensamentos e nossas preces estão com as vítimas e com suas famílias", concluiu a declaração do presidente dos Estados Unidos.

Bush está em Pequim, onde ontem assistiu à cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos e onde permanecerá até a noite de domingo.

No sábado, o presidente americano manteve diferentes contatos com a delegação americana e inclusive se animou a participar de um improvisado treino de vôlei de praia com a equipe feminina americana.

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