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Bush afirma que não é hora de renegociar o Nafta, mas de melhorá-lo

Nova Orleans - O presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, advertiu hoje que não é o momento de renegociar o Tratado de Livre-Comércio da América do Norte (Nafta), mas sim de melhorá-lo e aproveitou para exigir a aprovação do TLC com a Colômbia.

EFE |

Ao fechar a cúpula da Aliança para a Segurança e Prosperidade da América do Norte (Aspan), Bush também pediu que o Congresso aprove a Iniciativa Mérida para combater o narcotráfico e o crime organizado no México e na América Central.

Em entrevista coletiva conjunta com o presidente do México, Felipe Calderón, e o primeiro-ministro do Canadá; Stephen Harper, o chefe da Casa Branca defendeu o Nafta, destacando que desde a assinatura do acordo, em 1994, o comércio trilateral triplicou e as economias cresceram mais que 50%.

Em relação ao pacto comercial assinado com a Colômbia, Bush acusou a titular da Câmara dos Representantes, a democrata Nancy Pelosi, de "matar" o convênio por ter adiado indefinidamente sua votação.

Não faz sentido que os produtos colombianos entrem nos EUA livre de tarifas e não exista reciprocidade com os artigos americanos, apontou.

Por sua vez, o presidente mexicano, Felipe Calderón, também defendeu as vantagens trazidas pelo Nafta, ao destacar que o comércio entre EUA, México e Canadá ultrapassou os US$ 900 bilhões.

"Queremos que estes benefícios cheguem a mais cidadãos", declarou Calderón.

Na cúpula trilateral realizada nos dois últimos dias, os governantes concordaram na necessidade de continuar impulsionando as metas e objetivos da Aspan.

Decidiu-se, assim, fomentar os investimentos, o combate ao contrabando de mercadoria ilegal e o fortalecimento da segurança na fronteira.

"Queremos fronteiras seguras e eficientes", que melhorem a competitividade empresarial na região, disse Calderón.

Nas declarações realizadas à imprensa, nem Bush nem Calderón fizeram menção alguma sobre a necessidade de aprovar uma reforma migratória integral que corresponda à situação dos milhões de imigrantes ilegais nos EUA, boa parte deles procedentes do México.

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