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Buraco na camada de ozônio reaparece sobre Antártida

Genebra, 29 ago (EFE).- O buraco na camada de ozônio reapareceu sobre a Antártida, anunciou hoje a Organização Mundial de Meteorologia (OMM).

EFE |

Geir Braathen, especialista da organização, afirmou em entrevista coletiva que o aparecimento do buraco na camada de ozônio é um fenômeno que acontece todos os anos entre agosto e dezembro.

"Segundo as informações preliminares de que dispomos acreditamos que este ano o buraco na camada de ozônio ficará em níveis médios", declarou.

Braathen afirmou que o buraco não atingirá os níveis recordes de 2006, mas prevê que será superior aos "níveis mais fracos de 2007".

O especialista disse que o buraco continuará existindo durante várias décadas por causa da concentração de gases na atmosfera, mas esclareceu que o mesmo deveria diminuir progressivamente após a adoção do Protocolo de Montreal, de 1987.

A quantidade de gases que destroem a camada de ozônio chegou a um número máximo em 2000 e desde então estas substâncias diminuem lentamente a uma média de 1% ao ano.

A amplitude do buraco depende das temperaturas na estratosfera a cada ano.

Em 2006, o buraco sobre a Antártida alcançou dimensão recorde por causa de um inverno muito frio e se estendeu sobre uma superfície de 29,5 milhões de quilômetros quadrados, com perda de ozônio avaliada em 40 milhões de toneladas.

Já em 2007 as temperaturas na estratosfera reduziram o buraco da camada de ozônio para os menores níveis da última década, embora a OMM já tenha advertido que isto não represente uma recuperação.

O ozônio é o responsável por filtrar raios ultravioletas do sol, que causam danos à vegetação e podem provocar câncer de pele. EFE vh/fh/fal

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