British Airways critica permissão a Bush para aterrissar em Heathrow

Londres, 24 jun (EFE).- O diretor-geral da British Airways, Willie Walsh, criticou o gerente aeroportuário BAA por permitir que o avião do presidente dos Estados Unidos, George W.

EFE |

Bush, aterrissasse no aeroporto internacional de Heathrow.

Walsh expressou sua insatisfação com o fato de a chegada de Bush a esse aeroporto ter obrigado o cancelamento de pelo menos 69 vôos e causado perturbações a 40.000 passageiros.

"A decisão de permitir ao presidente Bush e a sua frota de aviões aterrissar em Heathrow em vez de em uma base militar é algo que não tinham por que os usuários de Heathrow terem suportado", disse Walsh, informam hoje vários veículos de comunicação britânicos.

Walsh disse que as perturbações duraram quatro dias, já que o aeroporto teve que ensaiar primeiro a chegada de Bush, antes de fechar uma pista para a aterrissagem real, em 15 de junho, e a decolagem da comitiva, no dia seguinte.

As autoridades do aeroporto proibiram as saídas de vôos em duas ocasiões em 15 de junho, o que provocou atrasos de seis horas para os passageiros, afirmou Walsh.

A British Airways teve que cancelar 53 vôos, enquanto outras companhias suspenderam 16, além dos atrasos em outros 260.

Um porta-voz da BAA disse que Heathrow era o melhor lugar onde Bush podia aterrissar, já que o presidente e seu séquito se dirigiriam ao Castelo de Windsor, e o aeroporto oferece boas condições de segurança. EFE jr/an

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