Um britânico que matou a própria filha adolescente a facadas em agosto de 2009 foi condenado à prisão perpétua nesta segunda-feira. Gary Fisher, de 48 anos, matou a filha Chanelle Sasha Jones, de 17 anos, em um estacionamento de um pub em Cardigan, no País de Gales.

Durante o julgamento na corte de Swansea, Fisher alegou que matou a filha devido a um pacto suicida.

O pai da adolescente afirmou que sua filha queria morrer depois de um suposto estupro ocorrido em 2006. A adolescente foi encontrada morta no carro de seu pai com 22 ferimentos.

Depois de esfaquear a filha, Fisher cobriu o corpo de Chanelle com um saco de dormir e reclinou o banco onde ela estava, viajando com o corpo da filha durante dez horas, inclusive passando em frente à casa onda a adolescente morava com a mãe, Jayne Jones.

Discussão
Antes do assassinato da filha, Fisher discutiu com Chanelle, pois ela queria ficar com o namorado ao invés de ficar com o pai.

Os jurados demoraram apenas uma hora para decidir que Fisher era culpado da morte da filha.

"Você foi condenado por assassinar sua filha (...). Uma morte sem sentido que deixará uma sombra para sempre nas vidas da família e amigos dela e a consciência do que você fez deve envergonhá-lo para o resto de sua vida", disse o juiz do caso, Lloyd Jones.

Jones determinou que Fisher terá que cumprir pelo menos 20 anos de prisão antes de poder solicitar liberdade condicional.

Fisher tinha três filhos - entre eles Chanelle - com Jayne Jones, de quem se separou. Há cinco anos ele voltou a fazer contato com os filhos.

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