Briga entre parentes pode ser causa de mortes na família Hudson

Chicago (EUA), 28 out (EFE).- Uma disputa familiar pode ter sido o motivo da serie de assassinatos de parentes da cantora e atriz Jennifer Hudson, segundo as hipótese cogitadas pela Polícia de Chicago, que ainda não tem um suspeito definitivo.

EFE |

O ex-cunhado de Hudson, identificado como William Balfour, de 27 anos, foi indicado como uma "pessoa de ganância" pelos investigadores do assassinato da mãe, do irmão e do sobrinho de Jennifer, mas não se apresentaram acusações formais, apesar de ele seguir detido.

Segundo relatos publicados hoje pela imprensa, e atribuídos a fontes policiais, os três assassinatos teriam sido motivado por disputas entre Balfour, sua ex-esposa e seus parentes.

A mãe de Julia Hudson, irmã de Jennifer e esposa de Balfour, teria, inclusive, expulsado de sua casa o marido e, por isso, ele teria ameaçado a família.

O ex-marido teria chegado ao extremo de ameaçar matar Julia, caso descobrisse a existência de um novo homem em sua vida.

Balfour foi detido e interrogado na sexta-feira passada, mas se negou a falar com a Polícia quando pediram que ele se submetesse ao detector de mentiras.

Os investigadores acreditam que Balfour foi à casa dos Hudson na sexta-feira e, quando foi atendido na porta, disparou contra Jason Hudson, de 29 anos, irmão de Jennifer.

Depois, teria atacado a tiros na sala Darnell Donerson, de 57 anos, mãe da atriz.

O "Chicago Tribune" publicou hoje que o relato do que teria ocorrido surgiu de um interrogatório policial com a atual namorada de Balfour, que contradisse o álibi do ex-cunhado da atriz americana e o ligou aos assassinatos.

O superintendente da Polícia de Chicago, Jody Weis, esclareceu na segunda-feira, em coletiva de imprensa, que Balfour não foi nomeado como suspeito, embora tenha ressaltado que as autoridades confiavam em evidências recolhidas nas duas cenas dos crimes para apresentar seu caso.

O policial sugeriu também que poderia haver alguma outra pessoa envolvida porque, segundo ele, "não parece ser o caso de crimes cometidos por estranhos". EFE jm/rr

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