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Brasileiros não se tornaram reféns por motivos políticos, diz Kuwait

Abu Dhabi, 7 mai (EFE).- O Kuwait afirmou que o filho de seu embaixador na Polônia, que fez três jovens brasileiros judeus reféns em um hotel de Varsóvia, não tinha motivações políticas, e disse que o incidente não passou de uma briga normal entre adolescentes.

EFE |

Fontes do Ministério de Assuntos Exteriores citadas hoje pela imprensa local acusaram os meios de comunicação israelenses de "exagerar sobre o incidente para fazer propaganda", e disseram que o agressor, de 23 anos, "foi colocado em liberdade" na terça-feira.

Mohamad A., filho do embaixador kuwaitiano na Polônia, Khaled al-Shaibani, foi detido na segunda-feira passada, em estado de embriaguez, pela Polícia polonesa após trancafiar três turistas brasileiros judeus num quarto de um hotel de Varsóvia, onde assegurava ter explosivos suficientes para demolir o prédio.

Os agentes evacuaram imediatamente o hotel, onde se hospedavam cerca de 100 pessoas, mas não encontraram qualquer sinal de explosivos.

Os jovens retidos foram inicialmente identificados por parte da imprensa como israelenses, mas finalmente se confirmou que eram três turistas brasileiros e judeus.

"Não houve qualquer dimensão política. O incidente não passou de uma briga normal entre adolescentes", afirmou em comunicado o Departamento Consular do Ministério de Exteriores kuwaitiano.

"Os investigadores poloneses comprovaram que se tratava de uma briga e o filho do embaixador foi colocado em liberdade na terça-feira", informou.

O Kuwait, assim como os demais países árabes do Golfo Pérsico, é um forte aliado dos Estados Unidos, mas não possui relações diplomáticas com Israel. EFE fa/mh

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