Brasileira confessa que mentiu sobre agressão e gravidez, diz Promotoria

Genebra, 19 fev (EFE).- A brasileira que alegou ter sido vítima de um ataque racista confessou que toda a história foi inventada, confirmou hoje a Promotoria de Zurique.

EFE |

O Ministério público indicou que Paula Oliveira confessou a fraude à Polícia na sexta-feira passada, mas apenas ontem a Promotoria abriu uma investigação penal contra ela por ter mentido para autoridades.

Paula Oliveira, uma advogada de 26 anos que vive legalmente na Suíça, disse na semana passada que tinha sido vítima de um ataque xenófobo em uma estação de trem, e por isso tinha sofrido um aborto de gêmeos.

No entanto, alguns dias depois da denúncia, médicos legistas suíços afirmaram que a brasileira não estava grávida no momento da suposta agressão, e indicaram que ela mesma tinha provocado os ferimentos em seu corpo.

De acordo com policiais ouvidos pela revista conservadora "Weltwoche", Paula Oliveira poderia ter o interesse de conseguir uma indenização do Governo por ser vítima de ato violento. EFE mh/mh

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