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Brasil está entre compradores de material de defesa da Espanha, diz relatório

Madri, 9 ago (EFE).- O Brasil comprou 79,9 milhões de euros (US$ 119,8 milhões) em armas e tecnologia da Espanha em 2007, e representou 8,57% dessas exportações, segundo um relatório enviado ao Congresso pelo Ministério da Indústria espanhol sobre as vendas de material de defesa.

EFE |

A compra brasileira corresponde a cinco aviões para o transporte de tropas.

No total, a Espanha vendeu 932,9 milhões de euros (US$ 1,39 bilhão) em armamentos, 10,4% a mais que em 2006 e mais do que o dobro de 2005.

As exportações para países da União Européia (UE) foram calculadas em 337,7 milhões de euros (US$ 506,5 milhões), o que representou 36,19% do total.

Os principais compradores de material de defesa da Espanha em 2007 foram Reino Unido, com 93,16 milhões de euros (US$ 139,7 milhões); Alemanha, com 82,7 milhões (US$ 124 milhões); Itália, com 47 milhões (US$ 70,6 milhões), e Polônia, com 32,5 milhões (US$ 48,7 milhões).

Os maiores valores foram registrados nas vendas de peças de avião de combate EF-2000 ao Reino Unido, Alemanha e Itália, e de avião para transporte militar A400M vendidos aos dois primeiros.

Os países da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) representaram 64,3% do negócio.

O relatório não especifica o volume de vendas de bombas de fragmentação - munição que a Espanha vem fabricando e comercializando nos últimos anos.

Quanto a exportações de produtos e tecnologias de material de duplo uso - de utilização civil, mas que pode ser de uso militar -, foi registrada uma alta de 44,6%, chegando a 114,2 milhões de euros (US$ 171,3 milhões), frente aos 79,04 milhões (US$ 118,5 milhões) de 2006.

Os Estados Unidos foram os maiores compradores, e representaram mais da metade das compras (51,33%), principalmente de geradores de vapor e combustível para usinas nucleares.

O segundo lugar ficou com o Irã, 21,79% do total das vendas, a maior parte em ferramentas para a indústria automobilística, canos de aço para a indústria petrolífera e materiais para aeronaves civis. Logo depois vieram China (6,95%), Brasil (5,99%), Venezuela (2,65%) e Cuba (2,16%). EFE cpg/fh/an

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