Brasil e Panamá assinam acordo de cooperação em ciência e tecnologia

Rio de Janeiro, 7 mai (EFE).- Os Governos do Brasil e do Panamá assinaram hoje um ambicioso memorando de entendimento entre seus respectivos ministérios de Ciência e Tecnologia, voltado para áreas estratégicas de cooperação, informaram fontes oficiais.

EFE |

O acordo foi assinado no Rio de Janeiro pelo ministro de Ciência e Tecnologia do Brasil, Sergio Machado Rezende, e pelo secretário (ministro) de Ciência, Tecnologia e Inovação do Panamá, Julio Escobar Villarrué.

Ambos os despachos estabelecem as bases para um "Programa de Trabalho Bilateral" de cooperação em ciência básica, biociência, agroindústria, meteorologia e estudos de ecossistemas tropicais.

A cooperação inclui áreas de tecnologia da informação e telecomunicações, logística, transporte e engenharia, tecnologia, indústria básica e desenvolvimento tecnológico, entre outras áreas.

O acordo representa "um aprofundamento e uma ampliação das relações entre Brasil e Panamá, que já estão em um ponto muito alto", disse Escobar em declarações à Agência Efe.

No último ano e meio os dois países assinaram 17 convênios de cooperação, destacou.

O grupo de trabalho formado a partir do memorando se concentrará em projetos conjuntos de pesquisa e desenvolvimento tecnológico, vinculados ao setor produtivo.

Também haverá troca de pesquisadores e especialistas, estudantes e professores, em um esforço de formação de recursos humanos.

Missões científicas e eventos periódicos facilitarão o desenvolvimento de redes de contato e a identificação de iniciativas que possam ser financiadas por programas do Panamá e do Brasil.

O Panamá se oferece como plataforma logística para a entrada de empresas do Brasil no mercado da América Central e também dos Estados Unidos, destacou Escobar.

Entre os projetos específicos, já propostos ou em desenvolvimento, se encontra a criação de um centro experimental com primatas para o estudo e combate à malária e um programa de melhoramento genético do rebanho bovino panamenho, observou. EFE ol/fb

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