Brasil debate mudança climática junto com maiores economias do mundo

Washington, 27 abr (EFE).- Ministros das 17 maiores economias do mundo, entre elas o Brasil, iniciam hoje uma reunião de dois dias para chegar a um consenso sobre a mudança climática para a conferência da ONU em Copenhague, no mês de dezembro.

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O encontro reúne os países responsáveis por quase 75% das emissões de gases causadores do efeito estufa, além de representantes de ONU, União Europeia (UE) e Dinamarca, que será a organizadora da conferência em dezembro e onde se espera criar um novo protocolo sobre a mudança climática.

A reunião é a primeira de várias que ocorrerão antes da realização em julho do Fórum das Maiores Economias sobre Energia e Mudança Climática na ilha de La Maddalena, na Itália, presidido pelo primeiro-ministro italiano, Silvio Berlusconi.

O fórum, lançado em 28 de março pelo presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, pretende servir como marco para gerar um diálogo sobre assuntos-chave em matéria de mudança climática e energética.

Além disso, o evento quer criar a liderança necessária para conseguir um resultado satisfatório na conferência de Copenhague e avançar em ideias e iniciativas concretas para incentivar o uso de energias renováveis e reduzir a emissão de gases tóxicos.

Uma parte importante da conferência são as tecnologias e a transformação das mesmas para produzir energia de forma sustentável.

A reunião é similar à promovida pelo ex-presidente americano George W. Bush, apesar de essa Administração ter adotado uma postura diferente acerca das medidas para frear a mudança climática.

O encontro será aberto pela secretária de Estado americana, Hillary Clinton, e conduzido pelo enviado especial dos EUA para a Mudança Climática, Todd Stern, assim como pelo assessor adjunto do Conselho de Segurança Nacional para Assuntos Econômicos Internacionais dos Estados Unidos, Michael Forman.

Além de Brasil, Dinamarca, ONU e UE, participam da conferência Austrália, Canadá, China, França, Alemanha, Índia, Indonésia, Itália, Japão, Coreia do Sul, México, África do Sul, Reino Unido.

EFE cae/bba

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