Por Scott Malone e Ross Kerber

BOSTON (Reuters) - Mais de 2 milhões de moradores da área de Boston enfrentaram na segunda-feira seu terceiro dia sem água potável nas torneiras, e muitas pessoas que chegavam ao trabalho tiveram que começar a semana de trabalho sem sua xícara costumeira de chá ou café.

Por Scott Malone e Ross Kerber

BOSTON (Reuters) - Mais de 2 milhões de moradores da área de Boston enfrentaram na segunda-feira seu terceiro dia sem água potável nas torneiras, e muitas pessoas que chegavam ao trabalho tiveram que começar a semana de trabalho sem sua xícara costumeira de chá ou café.

As autoridades disseram ter consertado um vazamento em um cano de três metros, responsável por provocar a emergência, mas informaram aos moradores e empresas de Boston e a maioria das comunidades vizinhas que devem continuar a ferver a água que recebem antes de tomá-la.

Mesmo assim as repartições públicas estaduais e municipais ficaram abertas, assim como as escolas e as maiores empresas da região, incluindo as empresas gigantes de fundos mútuos Fidelity Investments e State Street Corp. Os moradores da região tiveram que tomar bebidas engarrafadas, e muitos varejistas deixaram de servir café, gelo e saladas.

"Eu estava na Starbucks tentando tomar meu café matinal de costume, e eles disseram que não estão servindo a maioria das coisas do cardápio", contou Gareth Miller, 23 anos, que veio de Minneapolis, Minnesota, em visita a Boston.

As filiais locais das redes Starbucks e Dunkin Donuts não estavam vendendo café ou outras bebidas não engarrafadas.

A tubulação em Weston, Massachusetts, subúrbio situado a 24 quilômetros a oeste de Boston, se rompeu no sábado, despejando milhões de litros de água potável no rio Charles. As autoridades recorreram a fontes de abastecimento de emergência, incluindo lagoas locais, fato que motivou a ordem de se ferver a água antes de tomá-la.

    Faça seus comentários sobre esta matéria mais abaixo.