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Borja: decisão de não ocupar Secretaria-geral da Unasul é irrevogável

Quito, 23 mai (EFE).- O ex-presidente do Equador Rodrigo Borja afirmou hoje que sua decisão de não ocupar a Secretaria-Geral da União de Nações Sul-americanas (Unasul) é irrevogável, por divergências com a maior parte dos 12 presidentes do bloco, cujo tratado constitutivo deve ser assinado hoje, em Brasília.

EFE |

"As renúncias sempre são irrevogáveis", disse Borja à rede de televisão equatoriana "Teleamazonas", ao assegurar que manterá sua posição independentemente da opinião dos chefes de Estado dos 12 países sul-americanos que integrarão o novo bloco, aos quais já comunicou, por escrito, sua decisão.

O ex-presidente equatoriano afirmou que, no seu ponto de vista, os dois blocos atualmente existentes na região, a Comunidade Andina (CAN) e o Mercosul, estão próximos do esgotamento, e este é o momento de uni-los.

Nesse sentido, insistiu que a Unasul poderia ser a instância capaz de englobar esses dois blocos.

Borja reiterou que este é o momento de avançar na "vocação integracionista" da região, e questionou a criação, na Unasul, de um órgão executivo de 12 membros, o que, em sua opinião, deixará com poucas competências a Secretaria-Geral da nova entidade.

Os 12 presidentes sul-americanos haviam confiado a Borja a Secretaria-Geral da Unasul, decisão tomada em 16 de abril de 2007, em reunião realizada no balneário venezuelano de Isla Margarita. EFE sm/gs

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