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Bombardeiros russos realizam vôo junto ao litoral da América do Sul

Moscou, 16 set (EFE).- Os dois bombardeiros estratégicos russos Tu-160 (Blackjack) que na quarta-feira da semana passada chegaram à Venezuela realizaram um vôo de patrulha sobre águas neutras do Atlântico, ao longo do litoral da América do Sul, anunciou hoje o porta-voz da Força Aérea da Rússia, Vladimir Drik.

EFE |

"As tripulações ao comando do piloto escolhido, general Aleksandr Afinoguentov, e do piloto de primeira classe Andrei Senchurov realizaram o vôo segundo o plano estabelecido por decisão do comandante supremo (o presidente da Rússia, Dmitri Medvedev)", disse o porta-voz da Força Aérea, citado pela agência "RIA-Novosti".

Segundo Drik, os bombardeiros estratégicos partiram da base venezuelana El Libertador e se dirigiram rumo ao Brasil, ao longo da costa leste da América do Sul.

A missão de patrulha teve uma duração de aproximadamente seis horas.

"As tripulações dos bombardeiros estratégicos realizaram o vôo em estrita concordância com as normas internacionais de uso do espaço aéreo sobre águas internacionais, sem violar fronteiras de outros Estados", disse Drik, que antecipou ontem que os pilotos russos serão recebidos hoje pelo presidente venezuelano, Hugo Chávez.

Esta é a terceira missão cumprida pelos Tu-160 desde sua chegada à base venezuelana El Libertador. Antes, haviam realizado dois vôos de patrulha sobre águas do Caribe.

Segundo a Força Aérea russa, os dois aviões estratégicos não levam armas nucleares a bordo nesta missão na América Latina.

Na semana passada, Chávez declarou que a visita dos dois bombardeiros russos era um "gesto de fraternidade e apoio" que deve dar "mais segurança" à Venezuela.

A Rússia anunciou o envio de uma esquadra naval ao Caribe para participar, antes do fim deste ano, de manobras conjuntas com a Marinha da Venezuela em águas do Atlântico.

Também participarão destas manobras o cruzeiro nuclear Piotr Veliki e a fragata anti-submarino Admiral Chabanenko, além de uma embarcação de salvamento e um navio-cisterna. EFE bsi/fh/an

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