Bombardeios da coalizão dos EUA matam 35 talibãs no Afeganistão

(Aumenta número de vítimas fatais e acrescenta outro bombardeio) Cabul, 25 jun (EFE).- A coalizão liderada pelos Estados Unidos lançou dois bombardeios aéreos na província afegã de Paktika que mataram cerca de 35 talibãs, afirmou hoje à Agência Efe o chefe de Polícia da região, Nabi Jan Mullah Khail.

EFE |

Cerca de cem insurgentes atacaram ontem o distrito de Gomal, situado na província de Paktika, e mantiveram combates com a Polícia afegã. Depois, as Forças Aéreas da coalizão lançaram um ataque aéreo no qual morreram 20 talibãs, segundo Khail.

No distrito de Sarobi, na mesma província, houve confrontos entre as forças afegãs e os insurgentes, e as tropas da coalizão realizaram um novo bombardeio, no qual 15 insurgentes morreram.

No entanto, o comando militar dos EUA cifrou o número de vítimas fatais no dois bombardeios em 22, e confirmou que a operação foi lançada após um ataque dos insurgentes com armas leves e granadas contra postos de controle da Polícia afegã em Sarobi e Gomal.

Segundo um comunicado do comando americano, as Forças Aéreas da coalizão liderada pelos EUA bombardearam a zona para repelir o ataque.

Em outro comunicado, o comando militar dos EUA afirmou que "vários" insurgentes morreram nesta terça-feira e outros 12 foram detidos em uma nova operação na conflituosa província de Helmand.

A ofensiva estava destinada contra um insurgente acusado de facilitar a entrada de combatentes estrangeiros e do financiamento de ataques, segundo a nota.

Também em Helmand, um soldado da coalizão, cuja nacionalidade não foi revelada pelo comando americano, morreu hoje devido à explosão de uma bomba contra o veículo onde viajava, enquanto as tropas mantinham combates com insurgentes da zona, onde há militares britânicos e americanos.

As tropas da coalizão liderada pelos EUA, que atuam independentemente das forças da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), são fundamentalmente americanas e estão sob comando direto de Washington, mas entre suas filas também há alguns soldados britânicos e franceses, entre outros. EFE nh/an

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