Bomba com panfleto explode no Equador

A bomba espalhou panfletos políticos com um texto que convoca a luta armada contra o governo

EFE |

Uma bomba explodiu nesta terça-feira em uma rua da cidade equatoriana de Guayaquil, fazendo voar panfletos políticos com um texto que convoca a luta armada contra o governo, enquanto outro artefato foi detonado na Direção Provincial de Saúde, mas nenhum dos incidentes deixaram pessoas gravemente feridas.

O governo equatoriano, por meio do site do jornal oficial "El Ciudadano", informa que o panfleto faz ameaças contra servidores do Estado, mencionando os nomes do presidente Rafael Correa, do chanceler Ricardo Patiño, de Alexis Mera (secretário de Assuntos Jurídicos), de "Corcho" Cordero (presidente da Assembleia Nacional) e de Vinicio Alvarado (secretário de Administração).

Segundo o site do "El Ciudadano", o panfleto estimula todos os jovens do Equador a integrarem "as milícias e o Exército popular" para acabar "de uma vez por todas com as máfias de direita, agora identificadas como Aliança PAIS", a coligação atualmente no poder.

"O direito ao trabalho está garantido na Constituição e faremos com que ele seja respeitado a sangue e fogo", diz o panfleto liberado pela bomba, assinado pelas autointituladas "Forças Armadas Insurgentes Revolucionárias do Equador" (Faire), indica o site do jornal "El Comercio".

"O governo de Rafael Correa Delgado e seu movimento País radicalizou sua posição de direita, ditatorial e antidemocrática", acrescenta o panfleto, segundo o "El Comercio".

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