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Bill Clinton e Obama discutem campanha e mundo pós-atendados

Washington, 11 set (EFE).- O ex-presidente dos Estados Unidos Bill Clinton e o candidato democrata à Casa Branca, Barack Obama, analisaram hoje o rumo da campanha eleitoral e as mudanças ocorridas no mundo após os atentados de 11 de setembro de 2001.

EFE |

Em comunicado conjunto, os escritórios de Clinton e Obama informaram que os dois se reuniram no bairro do Harlem, em Nova York.

Eles discutiram assuntos relacionados com a campanha de Obama visando às eleições de novembro e sobre "como o mundo mudou desde o 11 de setembro de 2001".

Ambos também analisaram o que o próximo presidente dos EUA pode fazer "para que a economia funcione para todos os americanos, tal como aconteceu" no Governo Clinton, "e garantir a segurança e prosperidade depois da próxima eleição", assinalou a nota.

Obama elogiou o trabalho da Fundação Clinton no mundo, enquanto o ex-presidente aplaudiu a "campanha histórica" do senador por Illinois, "que inspirou milhões em todo o país".

Segundo o comunicado, Clinton disse que espera começar a fazer campanha pelo senador Obama no final deste mês.

Antes do almoço, Clinton previu que Obama ganhará "com facilidade" as eleições de 4 de novembro.

O próprio Obama confirmou, na noite de quarta-feira, em um programa da rede de televisão da "CBS", que Bill Clinton fará campanha por ele até o fim da disputa eleitoral.

Segundo o escritório do ex-presidente, Clinton participará de comícios políticos a favor de Obama na Flórida, dia 29 de setembro, embora não tenha precisado o lugar.

Também serão programados atos de arrecadação de fundos, afirmou o escritório.

Desta forma, Bill Clinton se juntará a outros líderes políticos de dentro e fora do Congresso que se dividiram por todo o país para enviar a mensagem de "mudança" do candidato democrata.

A senadora Hillary Clinton, esposa do ex-presidente, já participou de vários atos políticos de Obama nas primárias do Partido Democrata.

Durante o processo de primárias, Bill Clinton foi um dos mais críticos de Obama, afirmando que era sua esposa, e não ele, quem tinha a capacidade de liderar os EUA frente aos desafios dentro e fora do país.

Bill Clinton e Obama ficaram distantes durante quase um mês após as primárias, mas buscaram aproximação quando o ex-presidente estendeu a mão ao senador em sinal de apoio a sua campanha. EFE mp/rb/rr

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