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Bill Clinton afirma que se sente muito bem após cirurgia

Nova York, 12 fev (EFE).- O ex-presidente dos Estados Unidos e coordenador da ajuda internacional para o Haiti, Bill Clinton, assegurou hoje que se sente muito bem após a cirurgia pela qual passou na quinta-feira para desbloquear uma artéria coronária.

EFE |

"Estou muito bem e me sinto muito feliz", afirmou o ex-líder americano em suas primeiras declarações à imprensa após a operação.

Em entrevista coletiva à porta de sua casa nos arredores de Nova York, Clinton assegurou que não foi sedado durante a cirurgia e que pôde acompanhar o procedimento em um monitor.

O ex-presidente, de 63 anos, descansa desde esta manhã em sua residência na cidade de Chappaqua, a cerca de 60 quilômetros de Manhattan, após receber alta do Hospital Presbiteriano de Nova York.

Ele foi levado ao hospital na quinta-feira para uma cirurgia de pouco mais de uma hora para colocar dois "stents" - tubos usados para desobstruir uma artéria.

Com semblante sorridente e descansado, Clinton explicou que tinha começado a notar certo mal-estar no peito quatro dias atrás e o que sentiu era "um pouco de formigamento, não dor".

"É milagroso o que fazem com os 'stents'", manifestou o ex-presidente. Em 2004, ele já tinha recebido quatro pontes de safena devido a obstruções arteriais.

Graças aos remédios e a outras medidas adotadas nos últimos anos, inclusive exercícios físicos, "o resto do meu coração estava exatamente igual que há cinco anos", acrescentou.

O ex-presidente dos Estados Unidos e enviado especial da ONU para o Haiti iniciou uma intensa atividade há exato um mês quando um terremoto devastou o já empobrecido país caribenho.

Em 2009 foi nomeado enviado especial da ONU para o Haiti pelo secretário-geral do organismo internacional, Ban Ki-moon.

Após o susto que a saúde de Clinton deu aos americanos, o atual presidente do país, Barack Obama, o chamou por telefone e Ban Ki-moon lhe enviou uma nota manuscrita desejando-o uma pronta recuperação e ressaltando seu trabalho em favor do Haiti.

O ex-presidente também contou no hospital e em sua residência com a companhia de sua esposa, a secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton, e por sua filha Chelsea. EFE vm/sa

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