Biden se reúne com dirigentes iraquianos em Bagdá

BAGDÁ - O vice-presidente dos Estados Unidos, Joseph Biden, se encontrou com vários dirigentes iraquianos nesta quarta-feira em Bagdá, no segundo dia de uma visita destinada a promover a reconciliação nacional, depois de um ataque com foguete que deixou dois mortos.

AFP |

Entre os dirigentes, Biden conversou com o primeiro-ministro iraquiano, Nuri al-Maliki.

O vice-presidente americano, que fez sua terceira visita ao Iraque desde o início deste ano, também se encontrou com o presidente do Parlamento, Iyad al-Samarrai, com um vice-primeiro-ministro sunita, Rafi al-Essawi, e os vice-presidentes sunita e xiita, Tarek al-Hashemi e Adel Abdel Mahdi.

Biden ainda deve se reunir com o presidente do Iraque, Jalal Talabani, e com o presidente da região autônoma do Curdistão, Massud Barzani, além de visitar as tropas americanas mobilizadas no país. O vice-presidente deve voltar aos Estados Unidos na quinta-feira.

Visita surpresa e bombas

Terça-feira, pouco depois do anúncio da chegada de Biden a Bagdá, a Zona Verde, o setor mais protegido da capital, foi alvo de um ataque com foguetes.


Biden chega ao Iraque nesta terça-feira / Reuters

O exército americano informou que as forças americanas e iraquianas prenderam três suspeitos.

"Quando chegaram ao local de onde supostamente foram disparados os foguetes, as tropas iraquianas e americanas foram atingidas por tiros de armas leves procedentes de uma casa. Enquanto os integrantes da patrulha conjunta respondiam aos tiros, um segundo grupo capturou três iraquianos e descobriu rampas de lançamento que podem ter sido utilizadas para o ataque" de terça-feira, relatou o exército em comunicado.

Uma fonte de segurança iraquiana informou, por sua vez, que quatro obuses de morteiro foram disparados, deixando dois mortos e cinco feridos.

Um jornalista da AFP presente na hora do ataque contou ter escutado duas explosões a cerca de cem metros da embaixada americana, onde estava Biden.

Um grupo islâmico desconhecido, o Jaich al-Mujahidin (Exército dos Combatentes) reivindicou o ataque.

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