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Biden chama para si responsabilidade de defender classe média dos EUA

Washington, 21 dez (EFE) - O vice-presidente eleito dos Estados Unidos, Joe Biden, terá como missão inicial em seu futuro cargo defender a classe média, afirmou em entrevista exibida no programa This Week, da emissora ABC. O futuro vice-presidente anunciou que liderará um grupo de trabalho que apresentará uma série de recomendações para fortalecer a classe média e se assegurar de que não volte a ser prejudicada. Examinaremos tudo, desde o custo da Universidade até os programas para o cuidado infantil depois da escola, as coisas que afetam as vidas cotidianas das pessoas, prometeu Biden, que indicou que o Governo do presidente eleito Barack Obama medirá o sucesso do grupo conforme a classe média for crescendo. No entanto, Biden disse que seu trabalho não se limitará apenas a presidir o grupo de trabalho. Como vice-presidente, afirmou, não quer ser alguém que tem uma incumbência específica, mas terá voz em cada assunto de importância que for abordado na Administração. Biden disse que já tinha debatido o papel de vice-presidente com Obama durante a campanha: Disse a ele que quero sua promessa de que em cada decisão importante que tomar, cada decisão vital, econômica, política ou de política externa, eu esteja presente, explicou. O presidente eleito concordou com isso e afirmou que o vice será o número dois no Governo. Até o momento, em cada nomeação feita (por Obama), eu estive presente, acrescentou. As recomendações que fiz, ...

EFE |

Biden, que até agora foi o presidente da Comissão de Relações Exteriores no Senado, também deixou claro que terá um papel na elaboração da política externa do Governo.

"O secretário de Estado, o secretário de Defesa e o conselheiro de Segurança Nacional têm as mãos cheias com um montão de assuntos, e haverá coisas nas quais as competências serão repartidas entre todos muitas vezes", declarou.

O vice-presidente eleito criticou bastante o papel desempenhado no Governo atual pelo vice-presidente Dick Cheney.

"Acho que as recomendações que deu ao presidente Bush (...) não foram saudáveis para nossa política externa nem para nossa segurança nacional, e não foram consistentes com a Constituição", afirmou Biden.

Em entrevista paralela na emissora "Fox News", Cheney, por sua parte, afirmou que Biden não lhe pediu conselhos e discordou da idéia de que tenha expandido de maneira perigosa os poderes do vice-presidente. EFE mv/db

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