Betancourt pensava em suicídio diariamente

A franco-colombiana Ingrid Betancourt, resgatada com outros 14 reféns na quarta, revelou nesta quinta-feira que pensava em se matar diariamente, durante os mais de seis anos que durou seu cativeiro.

AFP |

AP

Com filhos ao lado, Ingrid participa de coletiva na embaixada francesa da Colômbia

Em entrevista coletiva concedida na embaixada francesa em Bogotá, Betancourt assinalou que "a tentação do suicídio era permanente em todos" os reféns e que alguns chegavam a "ensaiar" este suicídio.

"No meu caso, a tentação era diária, no sentido de pensar no suicídio e dizer: Será uma opção? Serei capaz? O que meus filhos vão pensar? Mas sempre desistia porque tinha uma base muito forte, que era o programa de rádio diário pelo qual me punham em contato com minha mãe, que dizia o que estava acontecendo com minha família, meus filhos".

A ex-refém das Farc deve chegar a Paris amanhã à tarde. Ingrid viajou em um avião francês, acompanhada de seus dois filhos, da mãe, Yolanda Pulecio, e do ministro das Relações Exteriores da França, Bernard Kouchner.

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