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Bernardinho: Quero diminuir meu ritmo após Pequim

Rio de Janeiro, 25 jul (EFE).- O técnico Bernardinho disse que pretende diminuir seu ritmo de trabalho após a disputa dos Jogos Olímpicos de Pequim.

EFE |

Na coletiva de imprensa concedida após a vitória sobre o Japão, pelo grupo E da fase final da Liga Mundial, o treinador revelou que pretende seguir na função, mas dedicando mais tempo à família.

"Minha única certeza após Pequim é que vou diminuir meu ritmo. Já são 15 anos trabalhando em clubes e seleção. Mas quero continuar perto da quadra. E não adianta me mostrar um cheque, pois vou continuar no Brasil. Quero qualidade de vida com a minha família", disse.

Bernardinho também disse que continuará à frente da seleção, desde que seja o desejo dos seus comandados.

"Se muitos desses jogadores continuarem e desejarem minha permanência, não vou conseguir dizer não. Posso sair se notar que eles querem um treinador que trabalhe de outra forma", disse.

O Brasil volta à quadra neste sábado para a final contra o segundo colocado do grupo F, no qual Sérvia, Estados Unidos e Polônia têm chances de classificação.

Sobre os sérvios, o técnico disse que se trata de uma equipe perigosa, que provou que o Brasil não é invencível.

"Eles acabaram de nos vencer na Liga Mundial, após muito tempo. A Sérvia mostrou que o Brasil não é imbatível. Aquela seleção cresceu muito e tem talvez o melhor saque da competição, além de ser quase perfeita em outros fundamentos", disse.

Bernardinho também se mostrou preocupado com a equipe americana, que na sua opinião é "experiente e conhece bem os brasileiros".

"É um time muito experiente, a equipe que mais sabe jogar contra nós. Certamente é o adversário que mais nos estudou", afirmou.

O técnico brasileiro afirmou que a Polônia, outra possível semifinalista, está voltando a figurar entre as principais seleções do mundo.

"A Polônia caiu na armadilha do sucesso, após o seu desempenho há dois anos. O treinador teve que trabalhar isso para que pudessem voltar a jogar daquela forma. Eles entram como franco-atiradores e sempre é difícil enfrentar equipes assim", afirmou. EFE dp/plc

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