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Berlusconi estuda intervenção da Polícia em ocupação de escolas

Roma, 22 out (EFE).- O primeiro-ministro da Itália, Silvio Berlusconi, afirmou hoje que considera uma intervenção das forças de segurança para impedir que os protestos de estudantes acabem em uma ocupação de universidades e escolas que não permita que os que desejam estudar possam fazer isto.

EFE |

"Lanço um aviso claro aos navegantes. Não permitiremos a ocupação da escola e da universidade. São atos violentos. Convocarei hoje o ministro do Interior, Roberto Maroni, para estudar a intervenção das forças de ordem pública", declarou Berlusconi em entrevista coletiva na sede do Governo.

O primeiro-ministro italiano afirmou que "quem cometer crimes" durante as manifestações "será castigado" e declarou que o Estado garantirá o direito de estudar dos que não quiserem protestar.

O vice-presidente do grupo parlamentar do opositor Partido Democrata (PD) qualificou "de uma gravidade inaudita usar a Polícia contra os estudantes".

Berlusconi também quis informar alguns pontos da reforma do ensino promovida pela ministra da Educação, Mariastella Gelmini, como o corte de 86.000 empregos, não apenas de docentes, e a introdução da nota de conduta como requisito para aprovar.

"Nenhum professor será demitido. Apenas serão bloqueadas as renovações e se aposentará quem tiver alcançado a idade", afirmou o chefe do Governo, que também especificou que a nota de conduta exigida para aprovar será de 5, não de 7, e que será necessário o sinal verde do Conselho Escolar para suspender por esta causa. EFE ddt/fal

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