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Berlusconi encerra campanha eleitoral com ataques a presidente italiano

ROMA - O líder da coalizão conservadora Povo da Liberdade (PDL) e candidato a primeiro-ministro Silvio Berlusconi chega ao final da campanha eleitoral na Itália com ataques ao presidente da República, Giorgio Napolitano, cuja renúncia vem pedindo.

EFE |

Os ataques ao chefe de Estado constituem, segundo a imprensa italiana, o presságio de um futuro enfrentamento com Napolitano, caso Berlusconi triunfe nas eleições.

O líder direitista italiano disse ontem que, caso vença o pleito, condicionará a entrega da Presidência do Senado ao Partido Democrático à renúncia de Napolitano.

Nos últimos dias, o candidato do PDL, que nesta quinta realiza em Roma o maior ato eleitoral de sua campanha, vem lembrando o passado comunista de Napolitano, a quem acusa de não ter mantido uma postura neutra durante os dois anos em que esteve à frente do Governo.

O ataque também foi interpretado como um estratagema do magnata das telecomunicações para substituir Napolitano na Presidência.

Por sua parte, o líder do Partido Democrático, Walter Veltroni, respondeu hoje a Berlusconi, ao afirmar que o conservador tem "uma concepção aberrante das instituições do Estado".

O líder da União de Democratas Cristãos e de Centro (UDC), Pier Ferdinando Casini, deu apoio a Veltroni, ao assegurar que Berlusconi é "a irresponsabilidade em estado puro".

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