Berlusconi diz que fotos confiscadas não valem nem 10 mil euros

Roma, 31 mai (EFE).- O primeiro-ministro da Itália, Silvio Berlusconi, disse hoje que as fotos tiradas em sua residência na Sardenha e que foram confiscadas pelo Ministério Público de Roma atentam contra o direito à privacidade e não valem nem 10 mil euros.

EFE |

Em coletiva de imprensa hoje em Bari, no sul da Itália, Berlusconi manifestou que ninguém pode aceitar que um fotógrafo capture imagens da intimidade de uma pessoa dentro de sua casa.

"Pude ver as fotos e eram tão inúteis que uma publicação do Mondadori (grupo de sua propriedade) sustenta que não valem nem sequer 10 mil euros", afirmou.

"Eram imagens que atentavam contra qualquer privacidade e lembremos que o direito à intimidade é uma liberdade fundamental que faz parte do direito à liberdade", explicou o premiê.

Para Berlusconi, "com essa intromissão na vida particular de uma pessoa se chegou ao fundo do poço".

O premiê fazia assim alusão ao último episódio da polêmica que lhe relaciona com menores quando, ontem, o Ministério Público de Roma confiscou as fotos de uma festa de Natal em sua residência na Sardenha, nas quais apareciam várias meninas, entre elas a polêmica Noemi Letizia. EFE ebp/rr

    Leia tudo sobre: iG

    Notícias Relacionadas


      Mais destaques

      Destaques da home iG