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Berlusconi diz que denúncias são apenas calúnias

Roma, 25 jun (EFE).- O primeiro-ministro da Itália, Silvio Berlusconi, assegurou hoje que os italianos gostam dele como ele é, que as informações publicadas sobre ele são calúnias e que a verdade é sempre revelada e as mentiras descobertas.

EFE |

Berlusconi fez estas declarações em uma entrevista coletiva na cidade de Coppito, uma das regiões afetadas pelo terremoto que atingiu a região dos Abruzos, no centro da Itália, no dia 6 de abril.

"Os italianos gostam de mim assim. Conto com um apoio de 61%.

Eles sabem que eu sou generoso, sincero, leal e que mantenho as promessas", manifestou.

Perguntado sobre a polêmica envolvendo diversas jovens que asseguraram ter recebido dinheiro para irem a suas festas, o primeiro-ministro se defendeu dizendo que se trata de "calúnias e de lixo".

Berlusconi disse que a única maneira de se comportar diante destas situações é brincando e acrescentou que não sabe "o que mais podem inventar ainda. Tudo será desmentido. A verdade é sempre revelada".

O primeiro-ministro disse que não sabe se denunciará os veículos de comunicação que divulgaram as supostas "calúnias".

Além disso, assegurou que o escândalo gerado pelas gravações apresentadas por Patrizia D'Addario, uma das jovens que supostamente participaram de suas festas, não o fará aumentar os controles de hóspedes em suas residências.

"Em minha presença nunca aconteceu nada de anormal ou imoral.

Enquanto eu estiver no poder, não confiscarei telefones celulares de meus hóspedes (...) Não haverá mais controles", acrescentou.

Sobre as afirmações feitas por Patrizia, de que Berlusconi tinha prometido ajudá-la a agilizar os trâmites na construção de um hotel na província de Bari, Berlusconi se limitou a dizer: "Você acha que eu poderia fazer isso em uma província governada pela esquerda? Teria que estar louco".

Berlusconi qualificou as meninas de "intrusas de falsa aparência que, convidadas por um hóspede, se maravilharam com o que viram" e admitiu que tinha se equivocado ao receber esses convidados, mas "são coisas que acontecem, considerando as centenas de pessoas que se sentam" à sua mesa. EFE ebp/pd

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