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Berlusconi diz que cúpula do G8 enviará mensagem de esperança e confiança

LAquila (Itália), 9 jul (EFE).- O primeiro-ministro da Itália, Silvio Berlusconi, afirmou hoje que a Cúpula do Grupo dos Oito (G8, os sete países mais desenvolvidos e a Rússia) na cidade italiana de LAquila será a origem de uma mensagem de esperança e confiança para tirar o mundo da crise econômica.

EFE |

Berlusconi fez estas declarações ao início do segundo dia da cúpula, na qual o Grupo dos Cinco (G5, países emergentes) formado por Brasil, China, Índia, México e África do Sul se uniu aos países do G8 (EUA, Japão, Alemanha, França, Reino Unido, Canadá, Itália e Rússia).

A Presidência italiana do G8 impulsionará durante a cúpula um plano de 12 pontos para tentar estabelecer normas padrões no mundo todo para a gestão da economia, que não deixem de lado o fator humano da crise.

"Existe um compromisso completo e aglutinador do G8 para que ninguém fique para trás", disse o primeiro-ministro da Itália, que afirmou que as "pessoas são o principal" no atual momento de crise econômica.

Entre as medidas que a Presidência italiana do G8 que impulsionar, está a luta contra o protecionismo econômico e a falta de transparência nas atividades financeiras, além de um impulso para o desaparecimento dos paraísos fiscais.

Berlusconi também se referiu ao conflito do Oriente Médio e lembrou que é necessário um "Plano Marshall para relançar a economia palestina", com a participação não só de entidades públicas, mas também privadas.

A declaração conjunta sobre política internacional que os líderes do G8 definiram ontem à noite, no final do primeiro dia da cúpula, faz referência justamente a este plano para relançar a economia palestina.

"Estamos dispostos a apoiar politicamente, economicamente e, em termos de segurança, a implementação de um acordo futuro de paz uma vez atingida, incluindo através do lançamento de um plano ambicioso e amplo para a Palestina, que desenvolveria sua infraestrutura e fomentaria as atividades econômicas em um futuro Estado palestino", diz a declaração. EFE fab-mcs/an

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