Bento XVI vai seguir os passos de Jesus na Terra Santa

Durante sua peregrinação à Terra Santa, de 8 a 15 de maio, o Papa Bento XVI vai seguir as principais etapas da vida de Jesus Cristo tal como foi descrita nos Evangelhos.

AFP |

Na Jordânia, ele irá a Betânia, o lugar onde Jesus foi batizado por São João Batista.

Ele seguirá para Jerusalém e a Igreja da Dormição, onde Maria teria adormecido perto do Cenáculo onde Jesus participou da última ceia. O Papa celebrará depois uma missa nos jardins de Getsêmani, no sopé do Monte das Oliveiras.

Na Cisjordânia, seu périplo o levará a Belém. É nesta cidade que fica a Basílica da Natividade, acima da gruta onde os cristãos veneram o nascimento de Jesus.

A gruta abriga o altar do nascimento do Cristo, sob o qual se encontra uma estrela vermelha, que indicaria o local exato onde nasceu Jesus. O Papa celebrará a missa na praça da Manjedoura, diante da basílica.

Bento XVI seguirá depois para Nazaré, outro lugar santo do cristianismo.

Ele celebrará uma missa ao ar livre no Monte do Precipício onde, segundo os Evangelhos, uma multidão furiosa tentou atirar Cristo ao abismo. Ele visitará a basílica da Anunciação onde, segundo a tradição, o anjo Gabriel anunciou a Maria o próximo nascimento de Jesus.

De volta a Jerusalém, ele irá à igreja do Santo Sepulcro.

Este lugar é considerado o mais santo de todos pela maioria dos cristãos. Trata-se do santuário edificado em torno do local presumido da crucificação (Gólgota), assim como do lugar onde o Cristo teria sido enterrado (o sepulcro, ou túmulo de Jesus) e onde teria ressucitado.

O Papa também visitará vários outros lugares bíblicos ou não cristãos.

Logo depois de sua chegada, no dia 8 de maio, Bento XVI visitará uma mesquita, pela segunda vez de seu pontificado. A primeira havia sido a Mesquita Azul de Istambul, em dezembro de 2006. No dia seguinte, ele irá ao Monte Nebo, onde Moisés morreu, segundo a Bíblia.

No bairro antigo de Jerusalém, o Papa visitará a Esplanada das Mesquitas, o terceiro lugar santo do Islã depois de Meca e Medina, e o Muro das Lamentações, considerado o lugar mais santo do judaísmo.

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