Divorciados fazem mais sexo do que solteiros ou casados, indica estudo

Uma pesquisa realizada pela internet na Grã-Bretanha indica que os divorciados tendem a ter mais relações sexuais do que os casados ou solteiros. Mais de 1,8 mil pessoas participaram da enquete sobre os hábitos sexuais dos britânicos encomendada pelo jornal The Sunday Telegraph.

BBC Brasil |

O levantamento apontou que 68% dos divorciados têm relações sexuais de seis a 20 vezes por mês - uma proporção maior do que entre os casados (44%), solteiros (38%) ou casais que vivem junto (43%).

A pesquisa indica ainda que 11% dos divorciados têm relações sexuais mais de 21 vezes por mês - quase o dobro dos britânicos casados.

De acordo com a pesquisa, as pessoas casadas fazem sexo, em média, nove vezes por mês.

Estresse no trabalho
O impacto do estresse gerado no ambiente de trabalho e no ambiente familiar também teve impacto na pesquisa: alguns aposentados têm duas vezes mais relações sexuais do que pessoas mais jovens que trabalham.

Entre os aposentados, 29% fazem sexo mais de 11 vezes por mês, em comparação a 24% dos que trabalham em período integral e 20% dos que trabalham meio período.

"Quando se leva em conta que uma pessoa que chega à idade para aposentadoria hoje pertence a esta geração do pós-guerra, com melhor condicionamento físico, mais ativa e com mais recursos financeiros do que gerações anteriores na mesma idade, não é de surpreender que ela está fazendo mais sexo", diz Rosie Campbell, especialista em psicologia social ouvida pelo Sunday Telegraph.

"O trabalhador típico em regime de meio período é uma mãe de 40 e poucos anos que lida com carreira, filhos e vida doméstica", acrescenta Campbell. "É provável que sexo seja a última coisa que ela tem em mente."
A maioria dos britânicos - 34% - disse na pesquisa online que a melhor fase de sua vida sexual foi entre os 25 e 34 anos, enquanto 23% disseram que foi entre 18 e 24 anos.

No total, um quarto dos britânicos que participaram da pesquisa dizem que foram infiéis aos parceiros.

A confiança foi considerada o aspecto mais importante de um relacionamento - mais do que companheirismo ou estabilidade financeira. Sexo ficou em quinto lugar.

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