Brasil e Estados Unidos assinaram nesta segunda-feira abre caminho para a venda de aviões Super Tucanos da Embraer para as Forças Armadas americanas, disse nesta segunda-feira o ministro da Defesa, Nelson Jobim. Segundo Jobim, o Brasil negocia a venda de 200 aviões para os Estados Unidos." / Brasil e Estados Unidos assinaram nesta segunda-feira abre caminho para a venda de aviões Super Tucanos da Embraer para as Forças Armadas americanas, disse nesta segunda-feira o ministro da Defesa, Nelson Jobim. Segundo Jobim, o Brasil negocia a venda de 200 aviões para os Estados Unidos." /

Acordo abre caminho para venda de aviões aos EUA, diz Jobim

O acordo de cooperação na área de Defesa que http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2010/04/12/brasil+e+eua+selam+acordo+de+cooperacao+militar+9456111.htmlBrasil e Estados Unidos assinaram nesta segunda-feira abre caminho para a venda de aviões Super Tucanos da Embraer para as Forças Armadas americanas, disse nesta segunda-feira o ministro da Defesa, Nelson Jobim. Segundo Jobim, o Brasil negocia a venda de 200 aviões para os Estados Unidos.

BBC Brasil |

Caso a venda do primeiro lote de cem Super Tucanos seja concretizada, um segundo lote seria negociado.

AP
Jobim e Gates assinam acordo em Washington

Jobim e Gates assinam acordo em Washington

Jobim e o secretário de Defesa americano, Robert Gates, assinaram o documento em uma cerimônia em Washington. O ministro está na capital americana como parte da comitiva do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Acordo

O acordo de defesa, anunciado na semana passada, é o primeiro do tipo a ser firmado entre os dois países em mais de 30 anos.

A partir desse acordo, os dois países poderão implementar projetos conjuntos de transferência de tecnologia, troca de experiências e treinamento de pessoal na área de defesa.

O documento vinha sendo negociado desde o governo do presidente americano George W. Bush (2001-2009), mas apenas recentemente foi fechado.

No ano passado, um acordo militar que previa o uso de bases na Colômbia por forças americanas provocou críticas dos países da região, entre eles o Brasil. Na época, o governo brasileiro chegou a cobrar explicações de Washington e Bogotá.

Diferentemente do pacto com a Colômbia, o acordo firmado com o Brasil não prevê o uso de bases brasileiras pelos Estados Unidos nem qualquer tipo de imunidade para as forças.

Apesar disso, a Unasul (União dos Países Sul-Americanos) pediu que o Brasil esclareça detalhes sobre o acordo.

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